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Kitaro foi até a casa do humano que pediu sua ajuda para lidar com um yokai que o perseguia.
Naquele dia, seu pai não pôde ir com ele porque estava resfriado. Antes de sair, Kitaro pediu para que seus amigos cuidassem do seu pai até ele voltar para casa.
A casa do humano que pediu ajuda estava localizada em uma área pouco movimentada. Chegando lá, foi recepcionado pelo homem, que o convidou para entrar.
“Nem acredito que estou conhecendo o famoso Gegege no Kitaro pessoalmente.”
Kitaro se afastou educadamente do abraço excessivamente caloroso, focando no assunto que o levou até lá.
“Recebi sua carta. Você disse que está sendo perseguido por um yokai, pode me contar mais detalhes?”
“Claro.”
Ele gesticulou, convidando Kitaro para se sentar no sofá e comer o que havia preparado.
“Fique à vontade para comer, acabei de preparar suco com biscoitos. Enquanto você come, explico como tudo começou.”
“Agradeço a gentileza.”
Ele bebeu o suco oferecido, aguardando o relato, mas o humano apenas o observava bebendo suco.
Por algum motivo, Kitaro se sentiu desconfortável com a forma como o homem olhava para ele, mas não sabia o porquê. Após alguns segundos de silêncio, o homem pergunta:
“Kitaro-chan, você já teve seu primeiro beijo?”
“O quê? O que isso tem a ver com o caso do yokai?” ele respondeu, suas bochechas vermelhas com a pergunta inesperada.
Kitaro notou o homem sentando próximo a ele, formando uma atmosfera ainda mais desconfortável. Ele arregalou os olhos quando sentiu uma mão tocando sua coxa.
“Kitaro-chan, por que você usa shorts tão curtos? É para me provocar com as suas coxas macias?”
“Não me toque!”
Kitaro se afasta, preparado para se proteger de qualquer ataque. Alguns segundos depois, começou a se sentir estranho. Ele notou um sorriso malicioso no rosto do humano.
“O que… o que tinha no suco?”
“Você vai descobrir em breve.”
Ele segurou o rosto de Kitaro e o beijou, enfiando a língua em sua boca.
Kitaro se sentiu quente e formigando. Ele tentou se afastar, mas foi incapaz de resistir quando o seu corpo começou a reagir à droga.
Ao tentar se levantar, caiu de joelhos. O homem se aproximou dele e abriu o zíper da calça.
“O que você está fazendo?”
“Vou te dar algo que você vai amar.”
Ele agarrou a cabeça de Kitaro e esfregou o rosto dele na sua virilha. Os sentidos aguçados de yokai com o afrodisíaco, deixou o garoto fora de si ao sentir o cheiro da masculinidade do homem.
“Você quer isso, não é?”
Kitaro já sob efeito do afrodisíaco, não nega. Ele começa a abaixar a cueca do homem, buscando saciar aquela sensação nova e incontrolável que estava sentindo.
“Eu me sinto estranho… nunca me senti assim antes.” Kitaro murmura, envergonhado com suas próprias ações.
A boca do garoto começou a salivar quando viu o pau em sua frente. Seu short ficou úmido com os fluidos que começaram a vazar devido à intensa excitação.
“Você está todo molhado só por cheirar o meu pau?! Acho que exagerei na dose do afrodisíaco. Não tem graça quando não tem nenhuma resistência.” Ele comenta, zombando do estado do garoto.
O jovem yokai instintivamente dá pequenas lambidas na cabeça do pau, saboreando o gosto. Ele começa a chupar fervorosamente, como se desejasse sugar toda a essência.
“Isso! Limpe meu pau sujo até ficar limpo, minha putinha yokai.”
Se estivesse em plena consciência, Kitaro teria achado nojento e lançado seu geta no homem, mas naquele momento, tomado pelo efeito do afrodisíaco, só serviu para intensificar sua excitação. Ele obedeceu ao comando e continuou a chupá-lo, usando sua longa língua para alcançar todo o comprimento.
O estímulo oral foi suficiente para Kitaro quase chegar ao orgasmo. Ele empurrou mais profundamente o pau na garganta de Kitaro, fazendo o garoto lacrimejar.
Com o pau no fundo da garganta do garoto, ele goza, fazendo com que o yokai engula seu sêmen. Kitaro respira fundo, tentando recuperar o fôlego.
Kitaro foi surpreendido com um leve empurrão, que o fez deitar no chão.
“Eu ainda não acabei com você.”
Ele tira o short e a cueca de Kitaro. O homem lambe os lábios quando abre as pernas de Kitaro e vê a buceta rosada, ainda sem pelos pubianos, completamente encharcada.
“Que bela surpresa você tem aqui, Kitaro-chan~”
Kitaro solta um gemido quando sente sua intimidade sendo dedilhada. Ele já estava no limite, sua mente completamente em branco, sem conseguir reagir ou raciocinar direito sobre o quanto aquilo era errado.
“Você está tão escorregadio, Kitaro-chan. A sua bucetinha é tão fofa. Se eu fosse seu pai, brincaria assim com a sua buceta todos os dias.” Ele comentou enquanto esfregava o clitóris.
“Eu vou dar uma provada nela, OK?” disse, devorando a buceta de Kitaro com a língua, fazendo o menino arquear as costas e gemer ainda mais.
Kitaro chegou ao orgasmo, se contorcendo no chão com a sensação do primeiro orgasmo da vida.
Antes que pudesse se recuperar da sensação intensa, o yokai olhou surpreso quando percebeu o pênis do homem entre as suas pernas, o tamanho chegando até seu umbigo.
“Você… você vai colocar essa coisa dentro de mim?”
“Seu papai ainda não te ensinou como são feitos os bebês? Não tem problema, vou te ensinar na prática.”
Kitaro sentia sua buceta latejando com o pau quente e duro esfregando em sua entrada molhada. Era inegável a sensação gostosa que estava sentindo com o estímulo em sua região sensível.
Ele forçou a entrada da buceta do menino. Kitaro era jovem demais para ter relações sexuais, principalmente com um adulto. A diferença de tamanho entre os dois era evidente, mas não impediu o homem de continuar tentando entrar nele.
“Ahh… grande...”
“Você é um yokai. Seu corpo deve ser resistente o suficiente para aguentar um pau humano sem se machucar. Bem, não muito pelo menos.”
Kitaro gemeu alto quando sentiu o pau entrando nele. Mais lágrimas escorreram pelo seu rosto, seu corpo esticando para tentar acomodar o volume.
“Você sabe quantas vezes eu fantasiei com esse momento, Kitaro-chan? Estou honrado de ter sido o responsável por tirar sua virgindade.”
Lentamente, ele foi mais fundo dentro do jovem yokai. Ele ficou maravilhado quando viu seu pau formando uma protuberância na barriga de Kitaro. Seu pau indo cada vez mais fundo.
“Eu estou sentindo meu pau beijando seu útero, vou encher seu pequeno útero com minha porra até você engravidar.”
Kitaro sentiu um líquido quente o enchendo. A ideia de ser impregnado pelo humano e o pau o enchendo até a borda foi suficiente para Kitaro gozar novamente.
O Yokai ficou deitado, sentindo espasmos após o segundo orgasmo.
“Kitaro-chan, isso foi bom, mas ainda não estou satisfeito.”
Ele passou o restante da noite usando o corpo do menino yokai de todas as formas possíveis. Kitaro estava em um completo estado de êxtase, se deixando levar pelas sensações prazerosas.
Após horas, Kitaro estava exausto, deitado no chão.
O homem mais velho pegou o celular e começou a tirar algumas fotos, registrando sua conquista. Ele afastou as pernas de Kitaro, para ter um ângulo melhor do seu sêmen vazando de dentro da buceta do garoto.
“Porra, essa visão me deixou de pau duro de novo.” Comentou enquanto se preparava para penetrá-lo mais uma vez.
“Kita-chan? Você desmaiou? Achei que yokais eram mais resistentes, mas não tem problema, você não precisa estar acordado.”
Após gozar novamente dentro de Kitaro, ele finalmente foi embora.
Quando Kitaro acordou, sentiu seu corpo dolorido e sujo. Não havia nem sinal da presença do homem que o violou. Kitaro deduziu que aquela casa não era do humano, foi alugada apenas para cometer o abuso.
O efeito do afrodisíaco havia passado, seu primeiro pensamento foi em seu pai, que deveria estar preocupado com seu sumiço e iria desabar se o visse naquele estado. Ele tentou se recompor, mas seu corpo ainda estava cansado demais para se movimentar.
Enquanto ele descansava até se recuperar o suficiente para conseguir se recompor e caminhar até a floresta Gegege, ficou deitado olhando para o teto, refletindo se os humanos realmente mereciam receber a ajuda dele.
