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distrações

Summary:

Jungkook estava empenhado na leitura de um artigo e Jimin ia apenas tirar um cochilo. Mas o pequeno é despertado e faz disso um "problema" dos dois.

 

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Notes:

Leiam as tags. Se não gosta, nos prive do trabalho de apagar seu cometário.
Absolutamente não concordo com nada do que é retratado aqui acontecendo na vida real, nem em um contexto além de ficção. Nada aqui tem qualquer relação com a realidade, nem com os meninos.
Além do que, se nos encontramos, não se engane dizendo que foi sem querer.

Se você está aqui porque curte esses temas, espero que goste <3

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Tudo começou em uma tarde comum onde Jimin estava sonolento. Jungkook estava lendo um artigo que parecia bastante promissor em seu tablet, concentrado como era de se esperar, e sentiu o filho de quatro anos subir em seu colo para o cochilo que ele às vezes tirava no calor do pai. O garoto montou em uma de suas pernas e abraçou seu corpo, já começando a dormir. Mas Jungkook não estava concentrado nele, e sim no que lia. O mais velho deu início às anotações sobre os pontos mais importantes do artigo para análise posterior, para juntar com o que já tinha, ao que involuntariamente começava a balançar a perna em que o menor sentou. Sua mente adorava um bom desafio, e quando tinha a sorte de se deparar com um assunto interessante que ainda não tinha dominado, ele entrava de cabeça. 

A mente do mais velho parecida feita pra essas coisas. Seu raciocínio e lógica eram de primeira linha, parecia ter nascido pra tal área. A parte dele destinada ao entendimento das emoções humanas, e dos próprios humanos em si, por outro lado... bem... Jungkook era conhecido por ser inteligente. Frio e distante dos outros, chegando ao ponto de ser chamado até de "sociopata" por alguns de seus colegas estudiosos menos amigáveis, mas inegavelmente inteligente. 

Todas as suas emoções pareciam ter nascido e se desenvolvido, mesmo que de forma atrofiada, para o filho. Não era algo que ele sabia que queria, mas ter desestressado com uma conhecida durante o auge de seu segundo doutorado havia dado resultados bem melhores do que ele poderia ter previsto. Seu Jimin era a criatura mais linda de todos os seres vivos que já teve o prazer de conhecer ou estudar, e seu coração batia por ele. 

Esse que se agarrou mais ao seu corpo, mas o mais velho sequer percebeu. O sono que abraçava cada vez mais a criança agora parecia se distanciar enquanto despertava confuso com a sensação boa. Os solavancos proporcionados pelos movimentos da perna do pai, advindos de um hábito ao se concentrar, ficavam melhores com o passar do tempo e logo Jimin estava se movendo contra o homem, suas mãos apertando contra a camisa cara enquanto ofegava. 

Céus, sua bucetinha parecia incrível. Ele estava tão molhado, se sentindo latejar no ritmo em que seu coração batia forte no peito, a sensação aumentando com o passar do tempo enquanto rebolava no colo do Jeon mais velho. – Papai... hmm... tão gostoso... – Seus olhos escuros reviravam, a boca escancarada com sons e súplicas saindo em ondas. Os dois buraquinhos do menor apertavam ao redor de nada, e Jimin sabia que só se sentiria realmente satisfeito ao estar preenchido nos dois lugares. Mesmo sua garganta parecia estranhamente vazia, quase doendo com essa falta de algo, assim como seus buraquinhos de baixo. 

O pequeno, apesar de estar quase delirando com a sensação intensa que o percorria no momento, com certeza não ia se esquecer dessa necessidade, da ânsia profunda de ser preenchido em todas as cavidades.

Por enquanto, seu corpo quente se contentaria em se concentrar em perseguir o prazer gostoso no nó entre suas pernas. Jimin tinha certeza que tal pico avassalador de prazer era devido ao pai. Suas explorações anteriores daquele ponto em sua buceta não foram tão interessantes, nem tão entorpecentes.

O experimento da criança de grudar seu nariz de botão na blusa do pai e cheirar fundo foi a confirmação de sua mais recente teoria, seu quadril dando uma gaguejada no rebolar diante do prazer. O cheiro masculino parecia percorrer seu cérebro ainda em desenvolvimento e penetrar entre os sulcos do órgão, onde até suas sinapses neurais pareciam agora se intensificar, apesar do mel em que seus pensamentos pareciam estar nadando. 

Os gemidos promíscuos enfim tiraram a atenção de Jungkook do artigo, dando de cara com a criança fazendo cio contra sua perna, parecendo estar chapado com as endorfinas liberadas ao perseguir um orgasmo que parecia que seria estelar. E que visão era aquela...! 

Talvez uma pessoa diferente, ao se deparar com tal situação ocorrendo junto ao filho, tivesse uma reação também diferente. Surpresa, com certeza, seguida de movimentos para afastar a criança de si. Possivelmente uma conversa sobre como buscar prazer era normal...? Não, não, provavelmente algo como "Não faça isso, isso é errado". Sim. Parecia algo que um pai faria. 

Mas Jungkook era diferente, seu cérebro funcionava diferente. Ele não era nenhum idiota em relação aos tipos de vínculos e relacionamentos que poderiam se desenvolver entre duas ou mais pessoas, e sabia que era altamente repreensível e condenável que qualquer coisa além de sentimentos de pai e filho surgissem entre essas referidas duas pessoas. Mas se sua própria moral sozinha já não ligava nem um pouco para o que era considerado certo desde que se entendia por gente, Jungkook tinha ainda mais margem de manobra em pensar como bem entendia sendo apoiado pelo dinheiro da família. 

Todos esses fatores fizeram com que o Jeon mais velho sentisse o pau endurecer dentro das calças enquanto não fazia nenhum movimento de impedir o filho. Pelo contrário, na verdade. Depois de alguns segundos de observação com olhos famintos, Jungkook segurou o menor pela nuca, colocando seus rostos na direção um do outro. 

– É bom não é, amor? Como sua xoxotinha se sente, filho? – Uma carícia sobre a pulsação no pescoço da criança seguia seu comentário. Aquela adorável vadia ia ser tão bem fodida...

– Pai... é muito bom... é m-muito muito gostoso... – Seus olhos se reviraram ao dizer aquilo fazendo contato visual com o pai. – Acho q-que vou fazer xixi... mas parece melhor... m-minha buceta dói tão bom, papai~ –

– Dói sim, papai sabe. – O mais velho se abaixou rapidamente, dando um beijo, um pequeno toque de lábios, na boca aberta do filho, não resistindo à tentação. – Mas é só fazer você gozar, precioso, que sua buceta vai ficar ainda mais gostosa. Isso que é a vontade de fazer xixi. – Suas mãos grandes agora alisavam as laterais do corpo menor. Jimin era tão sensual se esfregando contra sua perna, a mancha que ele sentia estar em sua calça de moletom vinda dos movimentos da criança fazia seu pau latejar. – Papai pode tocar sua xota gostosa, amor? Vou fazer você gozar. –

– P-por favor, por favor!! – Jimin chegou a se impulsionar para frente, segurando a camisa do pai com mais força, em seu desespero para alcançar o pico de prazer que vinha perseguindo. – Seus dedos! Na minha buceta, por favor!~ – Seu quadril voltou à perna do pai rapidamente, seus movimentos ainda mais intensos com a ideia de mais contato gostoso com o pai. 

– Tão educado, não se encontra vadias assim por ai... – A segunda parte do elogio se perdeu no espaço entre suas bocas enquanto o mais velho as juntava, beijando o filho com força e entrelaçando suas línguas tanto quanto o pequeno conseguia acompanhar. A língua comprida fazia movimentos decididamente inapropriados contra o menor, enquanto sua mão adentrava o pequeno short e a calcinha encharcada, seus dedos entrando em contato com o clitóris duro e pulsante. Os movimentos da mão do mais velho eram intensos e rápidos, com o intuito de levar o filho ao outro lado do que seria um orgasmo muito intenso. 

Foi com a boca devorando a boca do filho que Jungkook sentiu seu pequeno tremer em seus braços, sua voz trêmula expulsando gemidos quase sofridos com a força que gozava contra os dedos do pai, chegando ao ponto de esguichar contra os dedos compridos; tão bons que deixaram seu cérebro totalmente em branco com o prazer que parecia lhe rasgar. 

O pequeno mal se recuperou, ofegante e ainda tonto, mas já queria mais e queria mais do pai. 

Apesar de considerar passar bem mais tempo devorando a boca deliciosa do filho - esse que ele estava tão orgulhoso por ter tido o que com certeza era sua primeira gozada, e ainda mais por ter esguichado! - , Jungkook achou por bem se separar do rosto completamente vermelho de Jimin. Seu bebê estava ofegante, ainda descendo das ondas intensas de prazer, mas colaborando com os movimentos do pai que lhe tiravam a roupa, antes do mais velho tirar as suas próprias e voltar a se sentar com o pequeno em seu colo. 

– Isso, amor. Gozou tão bem pro papai, seus sons foram os mais lindos que eu já ouvi, e vou fazer questão de beber seus sucos gostosos direto da sua xoxotinha. – A voz rouca proferia tais imundices ao que voltava a acariciar a região mais íntima do filho, mas agora passando dois dedos pela fenda que não permaneceria intocada por muito mais tempo. – Papai vai fazer você chegar em picos de prazer ainda mais altos, gracinha, com esse caralho bem aqui, bem no fundo da sua barriguinha. – Jungkook pontuou as última partes batendo o próprio pau conta a barriga arredondada do filho, seu membro bem acima do umbigo fofo da criança. 

– É-é, papai? – Seu raciocínio ainda era um pouco lento, ainda latejando do xixi gostoso ‐ papai tinha chamado de gozar...? - que tinha feito, mas sendo filho de quem era, Jimin, o garotinho inteligente, com certeza entendia a ideia de se sentir ainda melhor. – Pode botar em mim, por favor? – Tendo se acalmado mais, seus melhores olhos de cachorrinho estavam em ação, totalmente interessado em continuar perseguindo a sensação boa. 

– Nem precisa pedir, garoto. – Rindo baixo do quão adorável sua criança conseguia ser sem esforço, Jungkook levantou Jimin com uma mão enquanto se alinhava com a buceta que só faltava pingar. Poupando um único olhar para que pudesse gravar na memória a primeira vez - de muitas que estavam por vir ‐ que fodia o filho, Jungkook meteu o pau até a criança estava completamente empalada nele. 

E que grito de dor fofo seu Jimin soltou. Bem mais baixo do que ele imaginava que seria, mas se a buceta apertando contra sua piroca desde agora, quando ele ainda estava imóvel, e as respirações ofegantes vindas da criança servissem de dica, o pequeno parecia mais gostar da dor do que o contrário. 

– Um garotinho tão doce, pegando o pau do papai sem fazer drama. – O pequeno foi recompensado com um beijo na boca, um rápido selar de lábios, enquanto o pai começava a se mover. Jungkook se retirou quase que completamente, deixando apenas a cabeça rosada do pau ainda dentro da criança, antes de se enterrar novamente até o talo, apreciando o grito/gemido que recebeu em retorno. – Sua buceta é a mais gostosa, me aperta tanto querido... Não quer soltar meu caralho do seu calor quentinho. –

– B-bom, tão bom p-papai~ – O menor tentava dizer entre os solavancos. Céus, a dor inicial que sentiu em sua buceta quando seu papai meteu nele foi elétrica, e tão boa! O nózinho na sua xoxotinha já estava latejando como louco. Jimin não via a hora de fazer xixi no papai de novo, mas dessa vez nesse... pau? gostoso que lhe fazia sentir muito bem ♡ – Chega t-tão fundo na minha barriga, é g-gostoso! –

– Puta maldita. – O xingamento saiu antes que Jungkook sequer pudesse raciocinar. Ver e ouvir o filho dizendo tais coisas enquanto fodia nele, com Jimin sorrindo frouxo, seus olhos desfocados e bochechas vermelhas... havia ido direto pro pau de Jungkook. – Eu vou gozar tão gostoso na sua xoxota, vou encher seu útero em desenvolvimento de porra grossa e fértil e colocar um bebê na sua barriga, sua putinha. Te foder fundo e forte até você conseguir sentir meu gosto na boca, te deixar burro e idiota de tanto levar piroca. – 

Em resposta ao descontrole do pai e a estocadas cada vez mais fortes e fundas, Jimin só pode gemer mais alto e choramingar, com as unhas pequenas quase arranhando os braços do pai. Todo aquele estímulo era tão incrivelmente bom que a criança não conseguia processar todos os graus do que estava acontecendo, só entendendo que aquilo era celestial, algo que ele sabia que passaria a perseguir. Que não queria que acabasse nunca mais. 

Seu clitóris duro e latejante parecia concordar, enquanto o pequeno corpinho tremia ao esguichar contra o pai novamente. Dessa vez, Jungkook sentiu ainda mais intensamente o orgasmo do filho. O tanto que sua buceta infantil se contraiu contra ele, o quanto ela tremia e apertava, era de outro mundo. Fazia seu pau latejar mais forte, quase nem saindo de Jimin enquanto socava contra ele. 

As imundices vindas do mais velho continuavam enquanto ele se aproximava do orgasmo, segurando o corpo do filho e sentindo seus dedos se tocarem com facilidade ao que agarrava a cintura estreita. Seu pequeno era perfeito pra ele. A puta perfeita. A melhor buceta, a mais apertada e a mais quente. Havia nascido para estar ao lado dele, para tomar o pau dele. Sentar naquela piroca e ali permanecer. Jungkook sentia isso em seus ossos. 

Com as coxas tremendo de prazer e esforço, Jungkook juntou seus lábios novamente aos do filho, interrompendo os pequenos "Ah, ah, ah" que a criança soltava e entrelaçando seus lábios enquanto parecia tentar foder a boca da criança com a mesma força que fodia sua buceta. Sentindo o gosto de Jimin na língua e sua xoxotinha ao redor do pau, Jungkook se enterrou o mais fundo, se empurrando contra o colo do útero do pequeno, e esporrou mais forte e intensamente que nunca. 

O mais velho pareceu ficar fora do ar por alguns instantes, decendo do pico de prazer aos poucos. Suas bocas não se desgrudaram, mas agora o menor recebia pequenos selares doces enquanto Jungkook lentamente se retirava da buceta fodida e usada. A onda de esperma que o seguiu certamente lhe causou ainda mais orgulho. O suave "obrigado, papai", fazendo com que um sorriso apaixonado e sincero adornasse o rosto do Jeon. 

Jungkook pegou o menor no colo, indo em direção ao banheiro para um banho merecido, apesar do pau ainda duro entre as pernas - e Jimin com certeza iria ajudá-lo com isso, seu menino doce e gentil! -, tendo a impressão de que estava fazendo alguma coisa importante antes do filho distraí-lo incrivelmente bem, mas não se importando o suficiente em lembrar o que era. 

Notes:

Escrevi em uma tarde pra postar algo logo. Sinto muito pelo sumiço, queridos, é uma mistura de falta de tempo da vida adulta com falta de criatividade :(
E isso me mostrou que preciso escrever uma ABO
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