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An Angel's Fury

Summary:

How well can we sleep after hurting someone? It mainly depends on consciousness. Some people have it in excess, doing nothing for fear of what they might cause. Some others… just don't have it. And that's why they sleep peacefully, never feeling the weight of their actions. At least not until someone makes them feel. When an old face returns to South Park with unfinished business to sort out, the residents' lives seem to turn into a countdown and no one can say why. South Park was about to step on the scale. And it is Philip Pirrup who will say what they are worth.

Quão bem nós podemos dormir depois de fazermos mal a alguém? Isso depende principalmente da consciência. Algumas pessoas a têm em excesso, não fazendo nada com medo do que podem causar. Algumas outras… apenas não tem. E por isso dormem tranquilas, nunca sentindo o peso de seus atos. Pelo menos não até que alguém as faça sentir. Quando um antigo rosto retorna a South Park com coisas inacabadas para resolver, a vida dos moradores parece virar uma contagem regressiva e ninguém sabe dizer o porquê. South Park estava prestes a subir na balança. E é Philip Pirrup quem vai dizer o quanto eles valem.

Brazillian portuguese. Please use the translator.

Chapter 1: When The Forgotten Comes Back

Chapter Text

- QUE PORRA É ESSA? - As ruivas sobrancelhas de Kyle Broflovski estavam erguidas em pleno choque. A expressão de surpresa estampada em sua face, tal qual a de seus colegas. O causador do desconforto geral permanecia, aparentemente, inalterável com a súbita explosão de Broflovski, apenas movendo-se para trás tomando distância do garoto ruivo. Demorou algum tempo para que os estudantes reconhecessem "O novato", mas uma pessoa como ele era difícil de apagar da memória. Poderiam até trancá-la em um baú no fundo da mente, mas ela estaria lá para sempre para lembrá-los das atrocidades que cometeram. O rosto daquele garoto estava gravado para sempre na memória de todos daquela cidade, juntamente com todas as maldades feitas a ele.

 

Damien não pôde impedir seus olhos de ficarem arregalados. Reconheceria aquele sorriso idiota e aqueles olhos calmos e inocentes onde quer que fosse. Porque eles o seguiam aonde quer que fosse.

 

O demônio engoliu em seco sentindo a garganta fechar, as palavras sumirem e o mundo parar. Não pôde evitar descer o olhar. Que pecado. E como futuro rei do inferno Damien Thorn tinha muito conhecimento e autoridade na questão dos pecados. E Philip Pirrup era um pecado. O maior de todos eles.

 

Damien não sabia que voltar dos mortos fazia tão bem. Será por isso que Kenny superou Craig como o garoto mais bonito da escola? Ou Deus foi muito gentil com Philip quando o ressuscitou ou o tempo em que ele passou morto realmente tinha alguma influência.

 

Era impossível que aquele garoto baixo, magrelo e esquisito com roupas da época dos transportes a cavalo fosse ficar naturalmente tão… enfim… isso era impossível.

 

Os olhos vermelhos de Thorn corriam despudoradamente pelo corpo pálido de Pirrup. Não havia razão para ter vergonha de seus atos. Nesse quesito ele se comparava a uma criança. Se algo chamava sua atenção ele iria observar, tocar e investigar cada pedacinho até que perdesse o interesse. E Philip lhe causava muito interesse.

 

Apesar dos centímetros a mais que ganhou era pouco mais alto que Butters. O cabelo loiro possuía o típico corte feminino na altura do queixo, era brilhante e dourado como ouro e apresentava cachos charmosos e bem cuidados nas pontas. O rosto anguloso e andrógino da infância tornou-se mais fino e feminino, como Philip num geral, e era realmente bonito.

 

As sobrancelhas finas mal apareciam por culpa da franja, os olhos azuis como um céu limpo num verão ensolarado, o nariz pequeno e arrebitado, as bochechas eram tão magras que mal tinham o que apertar, para a tristeza das vovós, mas o tom rosado as deixava apetitosas e com um ar infantil simplesmente adorável. A boca era pequena, mas vermelha e carnudinha. Parecia muito macia também e Damien queria tocá-la para descobrir. Na verdade, lambe-la e mordê-la em termos mais realistas. 

 

Não haviam músculos para serem expostos, embora não fosse segredo que o britânico era facilmente o garoto mais forte da escola, por mais estranho que isso fosse. A cintura fina, que Damien jurava que se segurasse, seus dedos se tocariam sem esforço, parecia concordar com ele. Talvez não fosse exatamente normal alguém tão jovem ser tão magro assim, mas Damien não era nutricionista e também não se importava. Seu corpo estava tão magro quanto o Thorn podia se lembrar, mesmo que aquela bunda espremida naqueles shorts curtos e apertados quisesse discordar dele.

 

As coxas… Damien não se importaria de morrer enforcado por aquelas coxas. Se ele pudesse morrer. Sua bunda e coxas eram as únicas coisas que pareciam estar de acordo com as normas de saúde e não em um quadro preocupante de anorexia.

 

Havia um volume marcado na frente dos shorts. Ele realmente não era uma garota! Pelo menos não no corpo. A marcação na frente não era nenhum atentado ao pudor, mas era o suficiente para brincar com a mente. Ele não percebeu isso ou ele escolheu esses shorts justamente por isso? Nah. Usar uma roupa curta e apertada para provocar alguém? Ele era santinho demais pra fazer algo assim. Damien, e algo mais abaixo de Damien, podiam lembrar muito bem que o britânico sempre teve a tendência de usar shorts curtos. A única novidade era o quão justos eles eram agora. E mesmo que fosse verdade… não é como se ele tivesse alguém para provocar. Quem diabos Philip Pirrup iria querer impressionar? E quem diabos ia sentir tesão em Philip Pirrup?

 

Muita gente. A mente de Thorn respondeu quando ele olhou despretensiosamente ao redor da sala. Olhares libidinosos direcionados ao britânico estavam por toda a parte e o próprio ar da classe estava mais pesado com aquele cheiro de hormônios descontrolados. Não que os outros percebessem. Eles não eram demônios, por mais que tivessem vocação, e só criaturas místicas podem perceber coisas assim. Isso fazia Damien se perguntar se Philip podia sentir o que sua pequena apresentação estava causando. Nunca conheceu um anjo antes. O mais perto disso era o seu pai, mas Thorn não se importava com a vida de seu pai antes dele nascer.

 

Para Damien, que era um demônio, o cheiro não incomoda em nada, ele era um demônio e cheiros assim eram muito atrativos para ele, no máximo era meio sufocante quando haviam muitos cheiros misturados, os cheiros das emoções eram quase uma fórmula fixa com alterações mínimas variando de pessoa para pessoa. O cheiro do tesão de Kenny, por exemplo, era hortelã e pimenta, o de Butters era pimenta e banana, Kyle era pimenta e maçã. Mas e quanto a Pirrup? Ele sentia o cheiro pesado da classe? Ele se incomodava? Provavelmente sim, já que a bichinha virgem que os governava tinha nojinho de um pouco de sexo. Provavelmente eles deveriam ser assim também. Mas ainda assim seu fluxo de pensamento tornava inevitável que uma questão surgisse em sua mente: Qual o cheiro do tesão de Pirrup?

 

Era melhor ele não pensar nisso.

 

Damien reparou que, embora ainda fosse antiquado e esquisito, os atuais trajes de Pirrup estavam longe daquela aberração colorida que ele costumava usar. Na verdade, eram até bonitos. Para algo da década passada, claro. Combinavam com ele. Os anjos arrumaram um estilista pra ele! Eba! Os olhos de Thorn agradecem. Talvez até escrevesse pra Deus agradecendo o milagre. Nah. Também não era pra tanto.

 

O clássico chapéu de carteiro marrom estava intocável em sua cabeça. Parecia quase que sua marca registrada. Será que estava costurado na cabeça dele? Não, que bobagem.

 

Usava uma camisa branca de gola com mangas longas e bufantes. No pescoço, substituindo aquele bicho morto que ele prendia lá e chamava de gravata, estava um laço de fita marrom, mais escuro que o chapéu. A fita fazia par com os shorts marrons curtos e apertados. Era muito estranho para Damien que ninguém no céu tivesse reclamado da vestimenta. Não que ele achasse ruim. Não. Ele certamente não reclamaria.

 

Havia também um chamativo broche com uma joia cristalina em formato oval. Um diamante, talvez? O broche era rodeado por uma pequena moldura de ouro com ondulações. Damien ia ficar muito impressionado se ele ainda estivesse com a joia até o fim do dia.

 

Dando mais ênfase na finura da cintura havia um cinto de fita com um laço simples prendendo os shorts no lugar. Eram marrons como o short e o laço do pescoço.

 

As meias roxas berrantes que iam até abaixo de seus joelhos foram, felizmente para a vista de todos, trocadas por meias curtas, brancas e discretas. Não fosse pelo babado bordado que caia por cima do sapato nem se imaginaria que elas estavam ali.

 

O sapato era uma bota marrom de couro. Tinha salto, cano curto e com cadarços. Tudo da mesma cor, um marrom idêntico ao do chapéu. O salto lhe dava alguns centímetros a mais e sua altura não parecia intimidar Philip que se movia com eles como se flutuasse pela sala.

 

O couro também estava presente nas luvas marrons, escuras como o short e a fita, que mal chegavam ao pulso. Eram bem simples, apenas com a borda do pulso de ouro. A borda era bem justa ao pulso, mas a luva não parecia apertada.

 

O couro também se mostrava presente na bolsa de carteiro, ora que surpresa, que usava e que não parecia muito cheia. Era marrom como seu chapéu, de carteiro, e suas botas, que graças a Satã não eram de carteiro, se é que tinham botas específicas de carteiro. Aquele garoto tinha que ter alguma fantasia com carteiros, não era possível tanta coincidência.  As fivelas e os detalhes eram de ouro.

 

Tinha também a adição de uma bengala, que Damian suspeitava fortemente não ser uma bengala. Era bastante elegante. Era de uma madeira escura com detalhes de ouro na ponta e no topo e possuía uma bola de cristal, idêntica ao de seu broche, em seu punho. Parecia bem dura e difícil de quebrar. Tava na cara que não era só uma bengala qualquer.

 

Anjos. Sempre foram péssimos em enganar. Thorn pensou revirando os olhos. Ele nem deve precisar dessa merda. É tão óbvio. Mas Thorn estava errado. E ele percebeu isso logo quando o britânico se moveu para trás, espantado, com o grito repentino de Kyle. 

 

Thorn notou seu pé direito fraquejar e vacilar quando Pirrup pôs o peso do corpo nele e reparou como ele, discretamente, se apoiou na bengala para prevenir uma queda aumentando o aperto e o peso em cima do objeto. Então ele realmente precisava disso. Mas porquê? Até onde sabia, quando Philip morreu ele estava sem grandes machucados. Havia algo que não contaram a ele?

 

Bem, mancando ou não isso não mudava o que ele achava. Para Damien Philip estava… impressionante? Ele parecia bonito vestido desse jeito. Isso com certeza. Pirrup inteiro parecia assim. Confiante e sexy. E de algum modo… intimidante. Philip fazia Damian se sentir intimidado.

 

- Perdão? - A voz de Philip Pirrup já não era mais tão fina quanto na infância, mas permanecia bastante suave e agradável aos ouvidos. Agora ele também compartilhava a expressão de confusão dos colegas. Ele realmente não estava entendendo o problema?

 

- Cara… Você morreu! - Quem falou foi Kenny McCormick. A voz grossa demonstra nada além de choque. Era de longe o mais chocado da turma, atrás apenas de Damien Thorn que parecia parado no tempo.

 

- Oh! - A expressão de choque se transformou em compreensão rápido demais para ter sido verdadeira. Ele estava brincando com eles por acaso? - Isso é verdade. - Respondeu simplista.

 

- Mas... como isso é possível? - Kenny perguntou de novo. A voz sussurrada indicava que era mais uma pergunta para ele mesmo do que para Pirrup, mas com o estranho silêncio da sala a voz foi ouvida facilmente.

 

- A resposta é simples... - Kenny olhou para Philip com olhos expectantes. - Eu ainda tenho algo para fazer aqui. Por isso eu voltei. - Ele respondeu com o irritante sorriso cordial que parecia costurado em seus lábios. Pirrup moveu-se e escolheu seu lugar. Sentou atrás de Wendy Testaburger e ao lado esquerdo de Kyle Broflovski.

 

- Eu sei que todos devem ter um monte de perguntas sobre o além-vida para fazer ao seu antigo novo colega, mas ainda estão em aula então deixem isso pra quando eu não tiver que aturar a algazarra de vocês. - O professor interrompeu qualquer pergunta que pudesse ser feita começando a escrever no quadro. Pirrup não se preocupou em tirar suas coisas da mochila. Olhava seus colegas ao redor como com muito interesse como uma criança na Disneylândia ou algo assim.

 

Quando finalmente o sinal que indicava o almoço tocou, Pirrup já tinha a mochila em mãos pronto para levantar e sair, mas foi impedido pelos colegas que se amontoaram em sua mesa. A curiosidade era visível em todos os rostos, mas no de Kenny chegava a ser aflitiva. Ele era sempre o primeiro a fazer as perguntas. Pirrup tinha uma ideia do porquê.

 

- Então… que coisa engraçada você voltar pra terra. Pensei que nunca mais ia te ver. - Kenny começou a tentar puxar assunto. Claramente não sabia como. Nunca teve que conversar com o britânico antes. - Pensei que ninguém lembraria de você. Pensei que você não lembraria de ninguém. - Mentiroso. Pirrup pensou. A última frase era mentira. Kenny havia morrido vezes o suficiente para saber que isso não era verdade. O que realmente interessava ao McCormick era a frase anterior. Ninguém lembrava de Kenny quando ele morria, logo não fazia sentido lembrarem de Philip que morreu a tanto tempo atrás.

 

- Eu não tive tanta sorte assim. - A resposta chocou os colegas. Não parecia algo que Philip diria. Seria considerado algo bem rude até, não fosse pela doçura que ele pôs nas palavras e no sorriso. O sorriso do britânico era irremovível e o que era um sorriso bonito e cordial depois de mais de cinco segundos começava a ter conotações assustadoras e maliciosas. - E não seja tolo, querido Kenny, claro que eu iria lembrar de vocês. Você não sabe? - O Pirrup se inclinou para mais perto do colega como se fosse lhe contar um segredo e o resto de seus colegas imitou o movimento. - Os mortos não esquecem. - O sussurro baixo na sala silenciosa aumentou a sensação de mal estar. Pirrup sorriu mais largamente do que ele deveria achar ser um sorriso animado, mas que para os colegas parecia apenas um sorriso maníaco. O britânico olhou ao redor da sala procurando por algo. - Butters, querido! - Ele se levantou e ultrapassou os estudantes que o impediam de chegar até o citado. Imediatamente o abraçou. - Como eu senti sua falta, meu querido!

 

- E-e-eu senti sua falta também... Pip. - Se havia alguém naquele ambiente que parecia preocupado, esse alguém era o pequeno Stotch, mais uma vez, depois de Thorn que permanecia sentado em sua cadeira.

 

- Diga-me, está livre esta noite? Quero aproveitar meu tempo com meus amigos enquanto posso. - Pirrup segurava as mãos de Butters juntas e o encarava com doces olhos de cachorrinho. Pelo menos agora não estava assustador.

 

- Oh, eu realmente sinto muito, Pip, mas nas sextas-feiras eu e os meninos nos reunimos na casa do Eric. Talvez amanhã nós… - Eric interrompeu.

 

- Ora, que bobagem! Que bobagem! Você não vai dispensar um velho amigo assim, vai Butters? Pode ir! Vocês precisam fazer essa festinha do pijama. Pôr o papo em dia e essas merdas todas. Pode ir! - Eric Cartman disse abraçando ambos os garotos pelo pescoço quase sufocando-os.

 

- Você tem mesmo certeza disso, Eric? - Butters questionou.

 

- Claro, claro. - Cartman cortou.

 

- Bem, nesse caso... - Philip se livrou do abraço de urso não solicitado. - Eu te espero na frente da escola. Podemos ir assim que a escola acabar e passar na sua casa para pegar suas coisas ou você pode escolher o horário que achar melhor e eu te levo.

 

- Eu passo na minha casa primeiro e te encontro aqui. - Butters falou ainda abraçado por Cartman.

 

- Certo. Nos vemos mais tarde. - Pirrup concordou e moveu-se para ir embora sendo impedido pelos colegas que entraram em sua frente bloqueando a porta.

 

- Calma aí. Calma aí. Por que a pressa, cara? Fica aqui um pouquinho com a gente. - Kenny falou imitando Cartman e pondo um dos braços ao redor do pescoço de Philip. Damien, que olhava a cena de longe, notou a sutil tremida nos lábios sorridentes do britânico e engoliu em seco. Não tinha uma boa sensação.

 

- Eu adoraria, querido. Tenho certeza que devem ter muitas coisas interessantes para me contar. - Pirrup falou removendo a mão de McCormick de seu ombro com as pontas dos dedos, como se fosse lixo sujando suas vestes e tivesse nojo de tocá-lo. - Mas, como eu disse antes, eu tenho coisas pendentes aqui e preciso cumpri-las rápido. Meu tempo é curto e muito bem cronometrado. Nem pretendo assistir todas as aulas. Só vim aqui para… - Philip olhou ao redor da sala como se procurasse algo. O gelo frio de seus olhos azuis congelou no fogo ardente dos olhos vermelhos de Damien Thorn. O gelo frio de seus olhos azuis congelou o fogo ardente dos olhos vermelhos de Damien Thorn, enviando calafrios por todo o corpo quente e mal acostumado com a frieza daquele inverno. Com a frieza daquele azul. - Para dar uma passadinha rápida. - retomou a fala. Seus olhos ainda estavam focados na figura sombria isolada no canto da sala.

 

De alguma forma, Damien se sentia em uma guerra. A troca de olhares era intensa e o deixava nervoso. As mãos estavam apertadas buscando forças para não desviar daqueles intimidantes olhos gentis. Seu pai sempre o avisou que a guerra era perdida quando se tinha medo de olhar. Quando se tinha medo de encarar o adversário. Philip era seu adversário. Damien não tinha medo dele.

 

Damien não tinha medo de Philip.

 

Damien nunca teria medo de Philip.

 

Não importava o quão esquisito ele estava agindo.

 

Não importava se ele havia acabado de voltar dos mortos.

 

Não importava se ele era um anjo.

 

Damien sabia que ele era.

 

Mesmo que ele não tenha confessado ainda.

 

Nada disso importava.

 

Por que Philip Pirrup sempre seria Pip.

 

E Pip sempre seria um pária.

 

Um verme minúsculo e insignificante que ninguém sentiria pena, saudade ou culpa de esmagar.

 

E ele seria esmagado.

 

Ele foi esmagado.

 

Ele continuaria sendo esmagado.

 

Para sempre.

 

E nem Deus podia mudar isso.